
Testes de deteção
Os testes para a deteção do uso de cannabis evidenciam o seu uso e detetam a presença de canabinóides ou metabolitos dos mesmos, sendo a pesquisa do THC a mais comum. Estes testes podem ser realizados através do sangue, da saliva, do suor, da urina ou até mesmo partindo de uma amostra de cabelo e/ou unhas. Apesar de a cannabis poder ser testada individualmente, na maioria dos casos estes testes são feitos para detetar também outras drogas.
Métodos para a deteção de cannabinoides: [42]
Testes imunológicos:
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EMIT®;
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Elisa;
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Fluorescence polarization;
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Radioimmunoassay.
Técnicas cromatográficas
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Cromatografia em camada fina;
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HPTLC (High Performance Thin layer Chromatography);
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Cromatografia gasosa;
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GC-MS (Gas Chromatography-Mass Spectrometry);
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HPLC- MS (high performance liquid chromatography-Mass Spectrometry).
Fatores que influenciam a deteção [41]
Sensibilidade do teste
Quanto mais sensível for o teste, vai ser possível detetar quantidades menores de canabinóides
Dose
Em testes que detetem o THC, o resultado do mesmo vai depender da quantidade presente deste composto na cannabis.
Gordura corporal
Pessoas com maior taxa de gordura corporal tendem a metabolizar a cannabis mais lentamente.
Hidratação
Em casos de desidratação, há um aumento da concentração de THC no organismo. Ingerir uma grande quantidade de líquidos não irá afetar significativamente o resultado do teste, contudo uma desidratação severa irá fazê-lo.
Duração da cannabis no organismo humano [40]
A duração desta droga no organismo humano depende de vários fatores, tais como o peso da pessoa, a frequência com que esta consome cannabis, a quantidade e a sensibilidade do teste.
Referências:
[40] https://www.testing.com/tests/marijuana-thc-testing/
[41] hMediLexicon International. (2022, February 21). How long does marijuana stay in your system? blood, urine, and hair. Medical News Today. Retrieved May 15, 2022, from https://www.medicalnewstoday.com/articles/324315#failing-a-drug-test
[42] Sharma, P., Murthy, P., & Bharath, M. M. (2012). Chemistry, metabolism, and toxicology of cannabis: clinical implications. Iranian journal of psychiatry, 7(4), 149–156.
Imagens:


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